Home Page Nilton
& Sandra
Dicas de Viagens
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Todas as impressões foram extraídas de viagens realizadas aos locais referidos, sendo, portanto, pessoais. Não há nenhum tipo de propaganda e todas as fotos são de propriedade dos autores da página, não sendo permitida sua reprodução sem prévia autorização.
Litoral
Norte – SP (Ubatuba, Ilhabela)
Nordeste
(Fortaleza
– CE, Natal – RN, Recife – PE, Maceió – AL, Salvador e Porto Seguro – BA)
Região
dos Lagos – RJ (Cabo Frio, Arraial do Cabo, Búzios)
Espanha
(Madrid,
Toledo, Costa Brava, Barcelona, Figueres, Sevilha, Segovia)
Estados
Unidos (Disney, Miami, Key West)
França (Côte D’Azur)
Itália
(Roma,
Milão e Lago Maggiore, Florença, Pisa, Veneza, Ilha de Capri, Nápoles, Costa
Amalfitana)
México
(Cancun)
Portugal
(Lisboa, Algarves)

Morro Dois Irmãos (Maio/2004) Baía dos Porcos
(Maio/2004) Praia
do Cachorro (Maio/2004)
ü
O local:
O acesso não é fácil, mas talvez por isso é que Noronha (para os íntimos) continua um paraíso. Águas claras e quentes o ano inteiro atraem cada vez mais turistas. É para quem gosta de natureza (todo mundo, é claro), mas não se importa com simplicidade (nem todo mundo).
ü Como chegar:
Há vôos de São Paulo e Rio até Recife ou Natal. De lá se segue pela Varig ou Trip, esta última como aviões menores. O trecho Recife-Noronha-Recife, com duração de uma hora de viagem, sai por aproximadamente R$ 800,00 (US 260,00).
ü
Atrações:
Mergulho (batismo), todas as praias (todas mesmo!), passeio de barco (50% de chance de ver os golfinhos – nós estávamos nos outros 50%), “Ilhatur”, palestras no Ibama à noite, curtir a natureza...
ü
Não deixe de:
Passear por estar cansado. Geralmente os pacotes incluem somente três noites no arquipélago. Pode ser que o dia que você reservou para o melhor passeio amanheça chovendo ou você não esteja bem. O ideal e ficar por lá no mínimo uma semana.
ü
Evite:
Se preocupar com dinheiro, pois uma garrafinha de água custa por volta de US 1,00 e um mergulho R$ 190,00 (mais R$150,00 da filmagem e R$ 60,00 da foto – quase US 130,00 no total). Em Noronha é tudo caro mesmo, mas afinal quando você vai voltar ao paraíso?
ü
Preços:
Depois do que está escrito acima, não precisa dizer muito. As pousadas são caríssimas (como se fosse um hotel cinco estrelas) e não são lá estas coisas. Para os abonados existe o Dolfin Hotel ou a Pousada Maravilha. Aceita-se cartão de crédito em vários lugares, mas leve uma parte em dinheiro (a metade do que você pretende gastar). Há uma taxa de permanência na ilha (TPA) que varia de acordo com os dias de estadia e pode ser paga pela Internet (www.noronha.pe.gov.br).
ü
Dica nota 10:
Não vá comendo no primeiro lugar que indicarem. Se você está mais preocupado com a quantidade, prefira os restaurantes em que se pode comer à vontade por um preço único. Se o seu problema é a qualidade, estes já devem ser evitados. Na Vila dos Remédios há o Restaurante Flamboyant, com comida caseira e preço justo. Ah, se possível leve uma mala com algumas guloseimas, principalmente se estiver viajando com crianças, além de procurar um dos dois mercados da ilha para abastecer o frigobar da pousada.

Pedra Furada
(Julho/1990)
ü
O local:
Jeri é outro lugar para quem quer curtir a natureza. Hoje ainda é possível ver um pouco da antiga vila de pescadores que até pouco tempo atrás não tinha nem luz elétrica. Mas corra, a cada dia Jericoacoara se transforma, tirando-lhe um pouco do encanto de ser tão bela quanto inacessível.
ü
Como chegar:
De Fortaleza são aproximadamente sete horas de ônibus até Gijoca e de lá mais uma hora em um veículo especial sobre as dunas. Mas já há aeroporto nas redondezas.
ü
Atrações:
Pedra Furada, lagoa do Paraíso, praia... praia... praia...
ü
Não deixe de:
Apreciar o pôr do sol da duna mais alta da região. Nem precisa se preocupar em saber onde é; basta seguir o fluxo a partir das cinco horas da tarde. Todo mundo vai para lá...
ü
Evite:
Achar que o sol não está muito forte. A sensação e minimizada pelos fortes ventos.
ü
Preços:
Em Jeri não há abuso nos preços. Uma pousada para casal, com café da manhã, sai mais em conta do que você pensa.
ü
Dica nota 10:
Não deixe de fazer o passeio de bugre e peça para conhecer as lagoas. São fantásticas.

Ilhabela (Fevereiro/2004) Praia do Jabaquara
(Fevereiro/2004)
ü
O local:
Muita gente conhece o litoral sul de São Paulo e nunca foi a Ubatuba. Isso é imperdoável. As águas claras e o relevo da região formam praias quase que particulares, onde é possível ter realmente sombra (das grandes árvores) e água fresca.
ü
Como chegar:
Pelas Rodovias Presidente Dutra e Carvalho Pinto há acesso por várias cidades, dependendo da região que se quer ir na baixada. O mais comum é pela Rodovia dos Tamoios. Mas se você tiver tempo de sobra, sem sombra de dúvidas vá pela Rio-Santos e curta o visual, principalmente perto de Boiçucanga.
ü
Atrações:
o
Ubatuba: as
praias, preferindo-se as menos populares ou pegando-se trilhas como a da praia
da Lagoinha até Bonete.
o
Ilhabela: também
as praias, principalmente a Jabaquara. Vá e depois me mande e-mail dizendo se
realmente não é a mais bonita.
ü
Não deixe de:
Levar repelente. Embora não sejam os insetos uma calamidade pública com muitos dizem, em praias como Jabaquara os borrachudos picam mesmo de dia e na beira da praia.
ü
Evite:
Ir de carro em certas trilhas, pois podem estar interditadas e ocasionar encalhes. Procure saber antes a condição de cada estrada de terra.
ü
Preços:
São bens salgados, principalmente nos restaurantes de Ilhabela.
ü
Dica nota 10:
Procure as pousadas próximas do centro de Ilhabela,
pois são perto de tudo e não custam caro (na baixa temporada cerca de R$ 90,00
a diária por casal – US 30,00).

Calhetas (1996)
Salvador (Junho/2003)
ü
O local:
O Nordeste brasileiro possui uma diversidade incrível, mas guarda muita semelhança em todos os lugares. Embora tentem ser pólos turísticos, a maioria das cidades ainda é suja e sem preservação. Mas a beleza natural quase sempre compensa essa falha.
ü
Como chegar:
Há vôos para todas as capitais. Mas, para conhecer lugares quase exclusivos, vale a aventura (de carro, ônibus, a pé).
ü
Atrações:
o
Ceará: Fortaleza,
Beach Park, Cumbuco, Canoa Quebrada (que já não é mais a mesma), Jericoacoara.
o
Rio Grande do Norte: Natal,
Genipabu (dunas).
o
Pernambuco: Recife,
Olinda, Gaibu, Calhetas, Porto de Galinhas.
o
Alagoas: Maceió,
Linha Verde, foz do rio São Francisco, Piaçabuçu (passeio pelas dunas), Ilha da
Croa.
o
Sergipe: Praia
de Atalaia (Aracaju).
o
Bahia: Mangue
Seco (deve se seguir pela Estrada do Coco até Sergipe e pegar um barco para
retornar), Costa do Sauípe, Praia do Forte (Projeto Tamar), Salvador, Porto
Seguro.
ü
Não deixe de:
Experimentar as comidas típicas, mas tome cuidado.
Fazer um passeio pelas dunas de Genipabu (com emoção).
Visitar as piscinas naturais de Porto Seguro, Maceió e Porto de Galinhas.
ü
Evite:
Os “cantadores” que depois pedem dinheiro. Finja que está dormindo. Às vezes dá certo.
ü
Preços:
Em geral não são muito altos, devendo ser evitada a alta temporada.
ü
Dica nota 10:
Se você estiver na Bahia, quiser conhecer a Costa do Sauípe mas estiver sem grana, vale a pena comprar um “day pass” ou um “day use” que dão direito a usufruir de uma parte do complexo. O mais barato custa em torno de R$ 50,00 (US 15,00). Hospede-se na Praia do Forte, é mais barato e bem próximo de Sauípe.
ü
O local:
Cidade aconchegante, próximo do Parque de Itatiaia e da Serra das Araras.
ü
Como chegar:
Penedo fica a 250 km. de São Paulo e 150 km. do Rio de Janeiro.
ü
Atrações:
Colônia finlandesa, com produtos típicos.
ü
Não deixe de:
Experimentar as comidas típicas, principalmente a truta (no Rei da Trutas) e o rodízio de fondue, além, claro, dos sorvetes finlandeses.
ü
Evite:
Ir sem reserva, pois você pode perder o melhor custo/benefício.
ü
Preços:
Razoáveis, com exceção da gasolina (que é um roubo).
ü
Dica nota 10:
Aproveite para conhecer Visconde de Mauá. Só a vista da estrada já vale a pena.

Cabo Frio (Maio/2004) Praia do Forno (Maio/2004) Praia dos
Anjos (Maio/2004)
ü
O local:
Lugar de veraneio dos cariocas, a região mantém uma estrutura boa para os turistas. O mar esverdeado e as areias brancas fazem um contraste maravilhoso.
ü
Como chegar:
Passando pela ponte Rio-Niterói, segue-se no sentido Manilha e depois Rio Bonito, pegando a estrada direto para Rio das Ostras. São cerca de 150 km.
ü
Atrações:
Cabo Frio, Búzios e Arraial do Cabo.
ü
Não deixe de:
Visitar a praia do Forno em Arraial do Cabo (deve-se seguir por uma trilha a partir da Praia dos Anjos). Pode ser comparada às melhores praias do Nordeste.
ü
Evite:
A Restinga de Massambaba, pois ali está estampado o terror que o homem pode fazer à natureza com a poluição.
ü
Preços:
Fora de temporada são razoáveis.
ü
Dica nota 10:
Os pedágios são em torno de 50% mais caros nos finais de semana e feriados (espertinhos, não?). Assim, deixe para viajar no meio da semana, se possível.

Andorra - Maio de
2002.
ü
É conhecida
como o País dos Pirineus.
ü
É necessário
visto? Não. Você obrigatoriamente deve entrar no país pela França ou pela
Espanha.
ü
Onde fica mesmo
Andorra? Se você se fez esta pergunta não se preocupe, pois eu também não sabia
onde ficava até decidir ir para lá. O país (sim!, um principado autônomo) está
encravado nos Pirineus entre a França e a Espanha.
ü
Altitude: 2.440
m. (Encamp).
ü
Temperatura:
prepare-se para o frio. Mesmo em maio, quase no verão, as temperaturas oscilam
entre 8º e 17º. Para os brasileiros é muito frio. O forte do país são as pistas
de neve que funcionam no inverno.
ü
Principais
cidades: Andorra la Vella (Capital), Escaldes, Encamp, Canillo.
ü
Distâncias: de
Paris (850 Km.), de Perpignan (170 Km), de Barcelona (225 Km.), de Madrid (625
Km.).
ü
A melhor opção
é entrar no país por um lugar e sair por outro. Do sul da França o melhor
caminho é pela N116, a partir de Perpgnan. Pela Espanha, pega-se a C1313 a
partir da cidade de Lérida (lleida).
ü
Língua: fala-se
o castelhano, o catalão, o francês, o inglês e, com alguma sorte, você
encontrará alguém falando português. A vantagem é que a maioria das informações
vem também na nossa língua.
ü Qual o maior atrativo de Andorra? Se você
pensou na neve quase acertou. Talvez haja um empate com... a zona franca! Isso
mesmo, lá é porto livre e você poderá comprar artigos mais baratos que no Free
Shop.
ü
O
melhor: a beleza do lugar e as comprinhas (que
pena que o governo não ajuda e o dólar esteja tão caro!).
ü
Cuidado! Não faça como nós e acredite no frio. Roupas
bem quentes são indispensáveis.
ü
Dica: na baixa temporada você poderá encontrar
ótimos preços também em estadia (baixo em relação à Europa, é claro). O Hotel
El Tarter tem opções de estadia para casal a 50 euros com café da manhã. É um
hotel moderno e aconchegante.
ü Visite o site www.andorra.com.

Vista do Mirante
de Aruba - 1999
ü
É necessário
visto? Não.
ü
As coisas lá
são baratas? Não, por ser uma pequena ilha, quase tudo vem de fora. Então,
imagine os preços...
ü
Compensa ir por
pacote ou por conta própria? Por pacote, diante dos preços dos hotéis.
ü
Eles recebem bem
os brasileiros? Depende. Como a ilha está infestada de americanos, às vezes
você pode ficar "para depois".
ü
É necessário
alugar um veículo? Não, somente para o tour pela ilha, que é imperdível. De
resto, vá de ônibus (alguns de fabricação brasileira, inclusive). Leve dinheiro
trocado (pode ser em dólar), porque os motoristas costumam reclamar de notas de
US$10,00 para cima, além de "errarem" no troco, que será em
"florins".
ü
Dica: na hora
de apertar a campainha, você poderá ficar surpreso: ela está escondida em um
filete acima das janelas. É só apertar em qualquer lugar do filete.
ü É uma ilha agitada como Cancún? Não, trata-se
de um lugar calmo, ideal para ir com crianças.
ü O melhor: o tour pela ilha de jipe.
ü Cuidado! Você vai se espantar com o valor da taxa de embarque, a ser paga na hora da vinda. Não gaste todo o dinheiro.

Palácio Real (Madrid) Costa Brava
Museu Salvador Dali (Figueres) – Maio de 2002
ü
É necessário
visto? Não, basta o passaporte.
ü
O verão lá é
muito quente? Sim, bate nos 35 graus em pleno setembro.
ü
É melhor ir por
pacote? Não, pois o que você vai gastar em uma semana de pacote dá para ficar
duas por conta própria. Mas reserve aqui o hotel pelo menos para o dia da
chegada, senão, poderá ficar na mão.
ü
As estradas são
boas? Dá para dirigir? Sim, as estradas são excelentes, e quase não têm
pedágio. Não é ótimo!? Você pode escolher entre rodovias pedagiadas ou não.
ü
Os hotéis são bons?
Os mais simples não, são caros e um três estrelas lá pode ser comparado à uma
pousada no Brasil.
ü
Os hotéis têm
café da manhã? Geralmente sim, mas não estão incluídos na diária. Compensa sair
e tomar café no bar da esquina (em toda esquina há um). Todo espanhol faz isso.
ü É verdade que existe a "siesta"
depois do almoço? Sim, tudo fecha por volta das 13:00 horas e só reabre por
volta das 17:00 (em setembro pelo menos). Inclusive alguns restaurantes.
ü Os espanhóis são educados? Nem sempre. Mas você já imaginou um monte de turistas lhe pedindo informação o dia inteiro?

Igreja Sagrada Família (Gaudi) –
Barcelona Praça do Correio
(Madrid – Maio/2002)
ü Dicas:
o
MADRID
§
O
melhor: o Palácio Real e os museus
(do Prado, da Rainha Sofia e do Jamon).
§ Cuidado! Não vá achando que a violência só existe no Brasil...
o
BARCELONA
§
O
melhor: as obras de Gaudí.
§ Cuidado! Com os lugares para estacionar
o
COSTA BRAVA
§ O melhor: a soma de preços baixos + sol + água limpa (e fria) do Mar Mediterrâneo. Não deixe de percorrer a estrada litorânea de Blanes a San Feliú de Guixols.
§ Melhores cidades: Llorete de Mar, Blanes e San Feliú de Guixols.
§ Cuidado! Com o preço dos passeios de barco.
o
FIGUERES
§
O
melhor: o Museu Salvador
Dali (e a única atração da cidade).
§
Cuidado!
Com o preço dos hotéis.
Procure um mais longe do centro (nem é tão longe assim, pois a cidade é
pequena).
Estados
Unidos (Miami e Orlando)

Geosfera (Disney – Junho/1998) Miami (Junho/1998)
ü
Precisa de
visto? Sim, e como! Garanta o visto bem antes da viagem para não ter surpresa.
Convém já se preparar para não ser necessário desistir da viagem em cima da hora
ou, mesmo com o visto, ser barrado na entrada do país. Depois de 11 de setembro
tudo ficou mais difícil.
ü
As coisas lá
são baratas? Mais ou menos. Com a alta do dólar, não é mais tão vantajoso. Mas,
em alguns casos, ainda é mais barato do que no Brasil. Cuidado com a quota para
trazer mercadorias: US$500,00 (quinhentos dólares) por pessoa - não vale juntar
as quotas.
ü
É necessário
falar inglês? Sim, pelo menos arranhar. Mas o Bic Mac ou Hot Dog não vão deixar
você morrer de fome. Não se esqueça: coca-cola (coke) se pronuncia
"kouk" e não "kuk" (bolacha).
ü
A cidade é
violenta? Talvez não tanto quanto as nossas, mas também não é nenhum paraíso.
Cuidado!
ü
Compensa mais
ir por conta própria? Depende. Se você consegue se virar com o idioma inglês,
poderá aproveitas os preços da baixa temporada e economizar indo por conta.
ü
Todas as
observações de Miami também são válidas em Orlando.
ü
Só criança é
que se diverte na Disney? Muito pelo contrário! Há brinquedos que
definitivamente não foram feitos para crianças.
ü
Os preços em
Orlando são mais caros do que em Miami? Não, alguns são até mais baratos
(visite o Bells e comprove).
ü
Só há parques
da Disney? Não, inclusive há outros tão bons quanto estes. Se não der tempo,
deixe os parques aquáticos para ver aqui no Brasil. Aproveite o que não há
aqui.
ü
Brasileiro é
bem tratado lá? Sim, principalmente pelos outros brasileiros que têm comércio
lá. Você pode receber translado de graça até as lojas, de Mitsubishi Eclipse.
ü
O
melhor: as compras e os parques, sem dúvida.

Cannes
(Maio/2002) Nice (Maio/2002)
ü
Localizada no
sudeste da França, tem como cidades principais Nice, Cannes, Saint Tropez.
ü
Melhor maneira
de explorar a área: alugando um carro, sem dúvida.
ü
Não se espante
com o top less, pois lá é uma coisa normal.
ü
Os restaurantes
na estrada são uma boa opção de comida rápida e razoável (e um pouco em conta).
ü A principal atração de Cannes, óbvio, é o
festival de cinema de acontece em maio. Mas isso não é coisa para gente normal.
A cidade fica cheia e os preços são estratosféricos. E nem adiante dar só uma
passadinha para ver os astros do cinema porque isso será quase impossível, pois
eles não costumam aparecer em público fora das programações.
ü
Se você tiver
paciência prefira a estrada litorânea (mas só se você tiver muita mesmo!). É
mais bonito.
ü
O melhor: a
badalação. Se você tiver um tempo, vá até Mônaco, que é logo ali. Pode-se ir
por estas cidades como alguém vai do Rio a Niterói, com as devidas proporções é
claro. (Para não dizer que os outros países são melhores que o Brasil, qualquer
praia bem cuidada do nordeste disputaria de igual com a Cote d’Azur se
estivesse localizada na Europa).

Monumento a
Vittorio Emanuele Coliseu Veneza - Maio/2000
ü É necessário visto? Não, somente passaporte.
ü Quanto
tempo dá para visitar todo o país? No mínimo quinze dias. Se você quiser
conhecer bem a Itália e, no máximo, alguns lugares na fronteira, evite pacotes que
vão para vários países.
ü É melhor ir por pacote? Depende. Os pacotes que percorrem boa parte da Itália são muito caros e você ficará preso aos roteiros preparados. Pode acontecer de você ter de visitar um lugar que não lhe interessa e deixar de lado outro mais importante.
ü É
preciso falar italiano ou um bom inglês? A língua pode não ajudar, mas também
não atrapalha. O idioma italiano não é muito fácil de falar, embora seja
parecido com o português. Mas dá tranqüilamente para usar a nossa língua (o
portunhol) e um pouco de inglês (algo como: "Where's the Coliseum?"
ou "How much?").
ü Os preços são altos? Sim, como em toda a Europa. Mas, talvez, somos nós que ganhamos pouco...
ü Há
muita violência lá? Sim, porém, agindo como se estivesse nas grandes cidades do
Brasil não haverá problemas. Não se espante se você vir um monte de mendigo
dentro (dentro mesmo, onde param os trens!) do metrô em Roma...
ü Os hotéis são bons? Definitivamente, não espere muito de um Hotel considerado "três estrelas".
ü Só
tem massa na Itália? Praticamente, sim. Se você gosta de "pasta", não
vai perder a oportunidade de provar todos os pratos locais, muitos deles
combinados com frutos do mar. Detalhe: os italianos têm uma maneira diferente
de pedir os pratos - primeiro a salada, com o vinho da casa é claro! Depois, a
"pasta", a carne, a sobremesa, o limoncelo e, por último, o café. Se
você não agüentar tudo isso, pode eliminar etapas.
ü O melhor: conhecer cartões postais mundiais. É
deslumbrante.
ü Cuidado! Com os tickets. Ao entrar no metrô ou em
algum ônibus, compre o bilhete antes. Ele não é necessário para liberar as
catracas, mas se você for pego, a coisa pode ficar ruim. Dica: o metrô tem um
bilhete que vale por 75 minutos, não importando se você desceu em alguma
estação e subiu em outra de novo. Você tem uma hora e quinze minutos para
utilizá-lo, a partir do momento que você o introduziu em uma máquina que marca
o horário.
Costa
Amalfitana Vaticano
(Maio/2002)

Rio Arno (Florença) Pisa (Maio/2002)

Duomo (Milão) Ilha
de Capri Pompéia
( Maio/2002)
ü Dicas:
o ROMA
§
Vale a pena ir ver tanta ruína? Com certeza. Roma é uma
viagem ao passado, onde, até mesmo quem não se interessa por história, fica
admirado.
§ Qual a melhor maneira de conhecer o centro antigo? Como em todo lugar: a pé. Gaste um dia passeando pelo centro histórico da cidade. Desça na Estação Coliseu do metrô e faça todo o percurso andando, até a Scalinata di Spagna.
§
Quanto tempo dever ser reservado para Roma? Três dias
(noites) estão de bom tamanho, pois não é uma cidade grande como São Paulo ou
Rio de Janeiro (você acredita que existem somente seis Mc Donald's na cidade
inteira?)
§ O melhor: a visita ao Coliseu (a parte que é paga, obviamente).
§ Cuidado! Com o trânsito. Mas acalme-se, não é tão ruim para quem dirige em São Paulo.
§
Quanto tempo
deve se gastar em Pisa? Um dia inteiro, inclusive uma noite. Durma na cidade e
você vai ter a sensação de exclusividade quando o sol se pôr, pois a agitação
do dia é transformada em deserto durante a noite.
§
Os hotéis são
caros? Não, é um dos lugares mais baratos, pois quase ninguém fica na cidade
para dormir, apenas passam por ela durante o dia a caminho de Florença ou
Gênova.
§
A final, que
essa torre tem de especial? Você pode ver muitas torres iguais ou até mais
bonitas que esta, mas o que fascina é o fato de que há quase mil anos ela está
assim, inclinada (a Torre de Pisa foi construída em 1173 d.C., começando a
inclinar antes mesmo que o terceiro piso estivesse pronto, em 1274).
§
O
melhor da cidade: ainda vai
perguntar? A Torre de Pisa, um dos monumentos mais conhecidos do mundo vale a
viagem inteira à cidade.
§
Cuidado! Lugar
para estacionar. Cuidado com as multas!
§
Onde é melhor
se hospedar? Evite o centro de Veneza, onde há os canais. Além de não ter lugar
para estacionar, os hotéis são mais caros nesta parte. Procure uma das cidades
vizinhas, como Dolo, por exemplo.
§
É barato o
passeio de gôndola? Não, pelo contrário, é caríssimo. Os gondoleiros,
geralmente não muito gentis, cobram US$100,00 (isso mesmo, cem dólares!!!!)
pela viagem. E não adianta pechinchar. A opção são os Vaporettos, grandes
barcos que fazem a travessia local, com várias paradas, por menos de R$5,00
(cinco reais). Pode não ser tão romântico, mas é bem mais barato com certeza.
§
A cidade é mal
cheirosa? Não, pelo menos com sol forte. Dizem que é somente quando chove...
§
O
melhor: o passeio, mesmo que
de Vaporetto.
§
Cuidado! Com a
expectativa em torno da cidade. Pode haver decepções.
o MILÃO
§
Milão é realmente a capital da moda? Pode até ser, mas
que tem muita gente mal vestida lá, isso tem. Você, homem, usaria um terno com
a calça com pelo menos cinco centímetros a menos na barra? Pois é, lá isso é
normal.
§ É uma cidade agitada? Não muito, apesar de não ser uma cidade pequena.
§
Compensa conhecer os arredores da cidade? Sem dúvida
nenhuma. Aproveite para conhecer o Lago Maggiore e, quando menos esperar, já
estará na Suíça! (Cuidado, pois a Suíça não faz parte da Comunidade Européia).
São menos que cem quilômetros. Leve R$50,00 para depositar em um banco e dizer
que tem conta na Suíça (é brincadeira, lógico!).
§ O melhor: o Duomo.
§ Cuidado! Com as multas, mais uma vez! Pode acontecer de somente você ter seu carro multado em uma avenida, enquanto todos os outros não foram (inclusive os que estavam em cima da calçada!).
o ILHA DE CAPRI
§
Como chegar até a ilha? Há duas maneiras: por Nápoles
ou Sorrento, por grandes e bonitos barcos. A forma mais rápida é a segunda
(menos de meia hora). Preço: aproximadamente R$25,00 ida e volta.
§ O melhor: subir no plano inclinado até a parte mais agitada da ilha. Você vai ver uma grande concentração de lojas de grife em uma única rua.
§ Cuidado! Os barcos costumam levar mais gente do que a capacidade normal.
o
POMPÉIA (VESÚVIO)
§
A cidade foi
mesmo destruída? Sim, em 79 d.C., pela erupção do vulcão Vesúvio, que matou
toda a população em menos de nove minutos e suas chamas puderam ser vistas de
Roma, que fica a aproximadamente 200 quilômetros de distância.
§
Paga para ver
as ruínas? Sim, mas o passeio vale a pena.
§
Paga para ir no
Parque Nacional do Vesúvio? Sim e não. Você poderá subir mais ou menos 15
quilômetros em uma estrada muito boa. Depois deverá deixar o carro para
continuar o percurso a pé (paga-se pelo estacionamento o equivalente a R$3,50).
Após, sobe-se quase um quilômetro morro acima (haja fôlego!) e, quando você
estiver a poucos metros da cratera.... surpresa! Tem que pagar mais ou menos U$
5,00 para continuar. Ninguém resiste.
§
O
melhor: o passeio pela
cidade escavada.
§
O
pior: a subida final do
Vesúvio.
o COSTA AMALFITANA
§
Como percorrer?
De preferência, fique hospedado em uma cidade próxima, como Torre del Greco.
Saia de manhã e vá para Sorrento, começando a caminhada até Salerno. São mais
ou menos 100 quilômetros de pura beleza.
§
A estrada é
perigosa? Um pouco. Evite voltar à noite. Buzine nas curvas mais perigosas e
não haverá problema. Não corra, pois, além de ser perigoso, poderá perder o
melhor da viagem.
§
Os hotéis são
caros? Bastante. Evite, a não ser que este não seja seu problema.
§
O
melhor: dirigir nesta costa
maravilhosa.
§
Cuidado! Mais uma vez com as multas. Deve haver um
guarda atrás de cada árvore esperando um turista parar em local proibido,
embora quase deserto, para ser multado...
o VATICANO
§
Fica muito
longe de Roma? Não. O Vaticano é um Estado situado dentro da cidade Roma. É
totalmente independente.
§
Paga para
entrar? Na Praça de São Pedro e na Igreja não.
§
Mesmo quem não
é católico tem motivos para ir lá? Um monte. Primeiro pela Pietá, dentro da
Basílica. Segundo pelos Museus do Vaticano.
§
Quantos museus
há? Quatro, mas paga-se uma única entrada.
§
O
melhor: a Capela Sistina,
pintada por Michelangelo.
§
Cuidado! É terminantemente proibido filmar ou
fotografar na Capela Sistina (diga-se de passagem, um dos únicos lugares em
toda a Itália em que é isso proibido). Por que será?
o FLORENÇA
§
Quanto tempo
deve ser reservado para Florença? No máximo dois. Não é preciso mais.
§
Vale a pena
conhecer o Uffizi? Sim, embora não seja muito grande, como o Prado na Espanha, este
Museu tem obras importantes.
§
Onde está o
Davi de Michelangelo original? Na Galleria dell'Academia. Se não der tempo de
ir lá, visite a réplica na praça junto ao Uffizi.
§
O melhor: o
Duomo de Santa Maria del Fiore (não deixe de ver o detalhe da porta de bronze
do Batistério).
§
Cuidado! Não vá a
Florença sem reserva de hotel. Você pode ter que pagar caro para dormir uma
noite, após uma exaustiva procura.

Praia em frente ao Hotel Marriott - 1998
ü
Precisa de visto?
Não mais, a partir de julho de 2000.
ü
É verdade que
todos os hotéis lá são a mesma coisa? Pura mentira. Os hotéis são excelentes,
mais alguns mais excelentes que os outros. Fuja do primeiro que lhe oferecerem
e tente ver as fotos. Procure saber quais são os hotéis seis estrelas. Compensa
pagar um pouco mais.
ü
Há muito o que
fazer em Cancún? Sim, desde esportes aquáticos, lugares históricos, boites
super agitadas, bares temáticos (Hard Rock Café, Planet Hollywood - se ainda
não faliu, Rain Forest etc.). Imperdível mesmo é o Los Pericos, que fica um
pouco afastado mas vale pelo show dos garçons.
ü
Os brasileiros
são bem tratados? Muito bem! Embora haja muito americano, há também um quantia
razoável de brasileiros. Eles não diferenciam no tratamento (a não ser que você
entre de bermuda em um restaurante fino, cheio de americanos, como aconteceu
com a gente...).
ü Dá para andar de ônibus? Tranqüilamente, sem
perigo nenhum. Além de baratos, os ônibus aceitam até pagamento em dólar
(trocado) e possuem ar condicionado. A faixa de areia é uma só, não tem como se
perder.
ü O melhor: ficar olhando para aquele mar azul. Você
provavelmente não verá um mar tão bonito em outro lugar! (Não deixe de fazer o
passeio de para-glider).
ü
Cuidado! Lá também há ladrão. Não confie plenamente
nem no guia, pois um deles furtou a filmadora de uma pessoa do grupo. Aja como
se estivesse no Brasil e não terá problemas.

Mônaco - Maio/2000
ü
Como chegar até
lá? Mônaco é um principado independente localizado no sul da França. Pode-se
chegar também pela Itália, em uma estrada com um visual muito bonito, saindo de
Gênova e passando por San Remo. A auto-estrada vai beirando todo o litoral, com
dezenas de túneis.
ü
Dá para se
hospedar lá? Nem pense nisso, a não ser que você seja o Antônio Ermírio de
Morais ou o Barrichello.
ü
Qual é a maior
beleza do lugar? A paisagem natural. Em segundo lugar, a riqueza, que é
ostentada em toda parte. Onde mais podem ser vistas duas Ferrari azuis ao lado
de outras dezenas de Ferrari vermelhas?
ü
O
melhor: a riqueza do lugar.
ü
Cuidado! Com a riqueza do lugar. É algo inimaginável
para simples mortais. Chega a ser fútil...
Portugal

Torre de Belém -
Lisboa (1999)
ü
Precisa de
visto? Não. Há uma reciprocidade entre o Brasil e Portugal.
ü
É verdade que a
língua é bem diferente? Sim. Embora você entenda as palavras, procure
compreender o sentido da frase. Exemplos: vá de camisola ao estádio (de
camiseta do seu time), pequeno almoço (café da manhã) etc.
ü
Os brasileiros
são bem tratados? Sim, mas esse negócio de falar de novelas brasileiras não
está dando muito certo ultimamente. Puxe uma conversa e verá como é difícil
terminá-la. A hospitalidade do português é como a nossa.
ü
Os hotéis são
caros? Sim, como em toda a Europa.
ü
Há muito que se
fazer em Portugal? Sim, alugue um carro e descubra os encantos de norte a sul
do país (mas lá tem pedágio - e muito!).
ü
O
melhor: sem dúvida, o bacalhau (não se incomode de
comê-lo em um lugar, digamos, não muito atraente - vai valer a pena).
ü Cuidado! No sábado e domingo, é difícil encontrar
muitos lugares abertos para comer ou fazer compras.
Ø
O euro está
pela hora da morte! Só para se ter uma idéia, um hotel que custava o
equivalente a 43 euros em 2000, hoje vale 70 euros a diária. Mas ainda compensa
alugar um carro e desbravar a Espanha. Você pode alugar um carro 1.6, com ar
condicionado, direção hidráulica etc. por um preço menor que um Uno “pelado”
aqui no Brasil.
Ø
Abaixo, algumas
comparações de preços com base em quatro países (Espanha, Andorra, França e
Itália), obtidos em maio de 2002.
o Passagem aérea: US$ 650,00 + taxa de
embarque.
o Hotéis (quarto para casal): Barcelona 100
euros, Madrid 70 euros, Zaragoza 48 euros, Llorte de Mar 46 euros, San Remo 90
euros, Figueres 50 euros, Andorra 46 euros.
o Aluguel de carro 1.6 completo: 250,00 euros
por semana (Espanha).
o Bic Mac (n.º 1): 5 euros.
o Jantar para dois: 40 euros (Itália e
Andorra), 35 euros (Espanha).
o Gasolina - preço por litro: 0,70 euro
(Andorra), 1,10 euro (França e Itália), 0,85 euro (Espanha).
o Coca cola (mais ou menos 200 ml.): 3,00 euros
(Hotéis na Espanha), 1,00 euro em máquinas automáticas.
o Café da manhã: aproximadamente 10 euros para
duas pessoas (um café bem simples).
Ø
Quem
tem boca vai a Veneza... (quem não tem paga mico).
o Estávamos em Dolo, cidadezinha
nos arredores de Veneza e onde a hospedagem é mais barata, quando resolvemos ir
de ônibus até a cidade principal. Como não sabíamos o procedimento para pagar a
passagem, resolvemos usar a velha tática de “fazer o que o outro fizer”.
Ficamos no ponto. Apenas uma senhora estava à espera do coletivo. Quando este
parou deixamos que ela subisse primeiro, a qual insistentemente dava a
preferência para minha esposa que estava grávida de cinco meses. Como viu não
surtir efeito, a educada senhora subiu as escadas e nós fomos atrás dela.
Sentou-se. Não fez qualquer outro gesto. Fizemos o mesmo. Daí dois pontos
desceu. Chegamos à brilhante conclusão: “o ônibus é de graça”. Só mais
tarde fomos descobrir que quase levamos uma multa por andar no coletivo sem o
ticket que deveria ser registrado dentro do ônibus. Mas, e a bondosa senhora?
Ø De Fortaleza a Jeri (quase) sem
escalas.
o Hoje o trajeto
Fortaleza-Jericoacora está muito melhor. Há ônibus com ar condicionado e até
mesmo avião. Mas em 1993 tudo era diferente. Embarcamos na capital cearense por
volta das 20:00, poltronas 1 e 2 para ir vendo a “paisagem”. O coletivo estava
lotado com 44 pessoas sentadas e aproximadamente o mesmo número em pé.
Viajávamos de lado, pois não dava para ficar reto na poltrona de tanta gente.
Menos de meia hora depois todos que estavam em pé desceram. “- Ainda bem”,
dissemos, pois não era possível que fossem ficar mais de oito horas naquela
posição, além de ser proibido viajar em pé. Ledo engano; era apenas para passar
na fiscalização. Subiram todos alguns metros depois. E a viagem continuou. No
meio do caminho entra um rapaz para vender água e refrigerante, com um isopor
imenso. Aí é que a coisa piorou de vez. Passamos e paramos em várias cidades:
Caucaia, Itapipoca, Cruz, Bela Cruz, Cruz. Ué! Cruz de novo? É que o motorista
tinha deixado a esposa na casa de um amigo para tomar um café e foi buscá-la.
Vê se pode? Duas horas da manhã. Sinto cheiro de esmalte. Será que tem alguma
mulher se embelezando no escuro? Nada disso. Era apenas o cobrador passando
esmalte vermelho nas unhas de um viajante que dormia com as mãos apoiadas na
parte de cima do banco. Ele acordou, falou uns palavrões, todos riram e a
viagem prosseguiu. Um pouco depois o ônibus diminui a marcha – estamos
chegando? Ainda não. Houve-se um forte estouro. Mais uma do cobrador que jogou
uma “biriba” (bombinha) na varanda de um amigo (amigo?!) para atrapalhar seu
sono. Finalmente chegamos à Gijoca (isso mesmo: Gijoca). E agora? Mais de três
horas da manhã e nós numa cidadezinha de uma rua apenas, encravada entre o nada
e o coisa nenhuma. Mas eis que chegaram os carros que nos levariam pelas dunas
até Jeri. Sem enxergar um palmo à frente do nariz, ficamos em uma pousada não
tinha sequer teto no banheiro, mas não há jeito melhor de se apreciar as
estrelas, não é? No outro dia vimos o porquê de tamanha aventura: deparamos na
nossa janela com uma duna maravilhosa e um mar fantástico, o que certamente
demonstrava que já era suficiente para nos recompensar pela noite mal dormida.
Ø Esta parece piada de português.
o
Paramos
para abastecer em um posto de Lisboa. Íamos para Cascais, uma cidade litorânea
próxima. Para ter certeza de estar indo na direção certa e planejar o tempo a
ser gasto, perguntei ao frentista: “- Ô gajo, me diga lá, quanto tempo é daqui
até Cascais?” E ele seriamente me respondeu: “- Depende da velocidade”. Não é que
o desafortunado tem razão?
1.
Pacote
ou viajar por contra própria?
R.
Você
gosta de um pouco de aventura? Não se incomoda em ficar em lugares simples?
Gosta de explorar bem o local visitado? Se as respostas foram sim,
provavelmente você não terá problemas em viajar por conta própria. Compensa ir
por pacote quando você vai ficar pouco tempo, não tem um mínimo conhecimento da
língua local, prefere ser ciceroneado ou está viajando sozinho. Para ir por
conta é necessário, principalmente, que você não leve em conta os erros que irá
cometer. As agências possuem bons preços nas passagens e nos hotéis, mas você
será obrigado a seguir determinadas regras em grupo e ir a lugares que talvez
não valha a pena (geralmente igrejas ou lojinhas e restaurantes onde os guia
têm comissão). Um exemplo: em Roma a visita ao Coliseu e ao Foro Romano merece
um dia inteiro; sei de pessoas que apenas passaram de ônibus perto, sem ao
menos poder descer para tirar fotos, pois tinham “outros lugares mais
interessantes” a serem vistos.
2.
Onde
ir com crianças?
R.
A
todos os lugares que você for. É claro que há restrições, inclusive em alguns
restaurantes e hotéis a entrada dos pimpolhos é proibida. De resto, é desde
cedo que elas devem ser ensinadas a apreciar os museus e monumentos, a
preservar a natureza e a conhecer um pouco mais da vida externa.
3.
Qual
a melhor maneira de usar milhas?
R.
Vamos
começar pelo que não compensa: infantes (menores de 02 anos), lugares próximos
(ex.: Rio-São Paulo) e trechos em promoção. Dê preferência para as viagens mais
caras (Porto Alegre-Fernando de Noronha, Rio-Caracas). Fazer um up-grade
para a classe executiva também compensa em viagens internacionais, como
Roma-São Paulo (após treze horas de viagem e mordomias, você chegará inteiro).
4.
Como
fazer uma viagem econômica?
R.
Procure
se informar em sites, revistas, guias livros e Atlas sobre o local a ser
visitado (há fontes excepcionais como o Guia Visual da Folha ou a Revista
Viagem e Turismo). Veja na Internet as melhores opções de hospedagem. Faça um
cronograma com cada dia de viagem, pois, ainda que este seja mudado, você terá
uma visão geral do que ainda pode ser feito. Procure dividir o dinheiro que
você está disposto a gastar pelo número de dias da viagem, assim não corre o
risco de ter uma surpresa desagradável quando retornar para casa. Exemplo: se o
valor diário for 100,00 e você gastar 150,00, procure no outro dia desembolsar
apenas 50,00. Economize na comida (afinal o Big Mac está aí para isso mesmo).
5.
Dá
para alugar carro e reservar hotel pela Internet?
R.
Sim,
mas veja se o site é confiável. Para aluguel de veículos na Europa, uma boa
opção é a Europcar, que tem preços melhores que as demais e várias cidades onde
não são cobradas taxas de retorno (www.europcar.pt).
6.
É
necessário fazer um seguro-saúde antes de sair do Brasil?
R.
Talvez
imprescindível. Viajamos cinco vezes para fora do país sempre contratando um
seguro saúde e não usamos. Na sexta vez valeu pelas outras... Se for com
crianças então está arriscado a ter que desembolsar 200,00 euros por uma visita
médica.
7.
Cartão,
traveller’s cheque ou dinheiro?
R.
Depende.
Sempre é necessário ter um pouco em espécie para a chegada em outro país. Não
compensa levar dólar em países fora os EUA, pois se perde no câmbio brasileiro
e no estrangeiro. Troque aqui reais pela moeda do país a ser visitado. Dá
também para sacar com o cartão de crédito. A desvantagem do traveller’s cheque
é que não dá para ser trocado em qualquer lugar, mas oferece mais segurança que
o dinheiro vivo. Não adiante levar reais (a única casa de cambio que vimos
aceitar tal troca foi na Ilha de Capri).
R.

Home Page dedicada a Anne Beatrix e
Isabelle.

Agradecemos a Deus a oportunidade que Ele
nos deu de conhecer todos estes lugares.
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Última atualização: junho/2004
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